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ANIVERSARIO PONTA PORA

E se for para os pênaltis? Chicão, campeão da Libertadores em 2012, dá dicas ao Corinthians

Por Jornal Extra MS 05/07/2022 às 06:45:21

Campeão invicto com o Corinthians em 2012, o ex-zagueiro Chicão não espera outra coisa senão um grande jogo do clube contra o Boca Juniors, nesta terça-feira, pela volta das oitavas de final da Libertadores, na Bombonera.

O defensor esteve em todos os jogos do Timão naquela inédita conquista e espera que os comandados de Vítor Pereira tenham 90 minutos positivos frente os xeneizes.

“(Espero) A classificação (risos). Brincadeiras à parte, estou esperando um grande jogo, são duas grandes equipes. Já teve confronto na primeira fase (na Bombonera), mas agora muda muito. O Boca praticamente completo, o Corinthians um pouco desfalcado, mas acredito no clube, nos jogadores. São 11 contra 11 no campo”, falou antes de um jogo festivo na última segunda-feira.

Ele e o ex-meia Danilo, também presente na conquista de 2012 e hoje técnico do sub-20 do Corinthians, fizeram uma partida como adversários na noite do fatídico 4 de julho, mas dez anos depois, em Guarulhos.

Chicão, além de zagueiro, também foi um exímio cobrador de pênaltis e deu dicas caso a decisão vá para as penalidades. No jogo de ida, na Neo Química Arena, Róger Guedes desperdiçou uma cobrança, defendida por Rossi, que poderia ter colocado o Alvinegro à frente por uma vaga nas quartas.

“Um jogador já rodado não pode se abalar (após o pênalti perdido). O jeito que ele bateu é o jeito que o goleiro gosta realmente. O que eu penso é que ele precisa variar a batida dele, mudar de canto, bater no meio, ter algumas variações para confundir o goleiro, sabendo que o goleiro do Boca (Rossi) é especialista também, tem que também observar o goleiro e mudar um pouco a forma como ele bate”, aconselhou.

Caso o placar seja novamente um empate na Bombonera, a decisão será decidida nos pênaltis e, então, esses conselhos são bem valiosos. Por fim, saindo de 2012 e passando para um ano depois, Chicão disse temer a arbitragem, mas espera que ela não seja determinante nesta terça.

“Preocupa (a arbitragem), porque a gente lembra bem de 2013. Não tinha o VAR, mas existiam outras formas de ir irritando o jogador brasileiro, faltinha aqui e ali. Tomara que isso não aconteça e que seja uma arbitragem tranquila”, finalizou.

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